Serra Verde, grupo AGN e Dupla Daniel e Samuel entram para lista de principais apoiadores da obra “Minaçu 50 Anos”; confira a categoria guardiões

O livro Minaçu 50 Anos contará com uma das mais completas linhas do tempo já produzidas sobre a história do município. Em um grande painel cronológico, serão reunidos os principais acontecimentos registrados entre 1976, ano da emancipação política de Minaçu, e 2026, ano do cinquentenário da cidade. Além disso, contará com os detalhes dos principais acontecimentos, galeria de fotos, museu virtual, e, com aparelho celular é possível acessar vídeos, músicas e áudios.

Apoios Culturais: Categoria Guardiões da História

Entre muitos apoiadores culturais, pequenos empresários, cooperativas, que já endossaram apoio à remonta o cinquentenário de Minaçu está a Mineração Serra Verde, Grupo AGN e a Dupla Daniel e Samuel, Integrato, Policlínica Santa Helena, Clinica Dra. Priscila, e muitos outros. Confira a seguir a lista completa da Categoria “Guardiões da História”. Depois, e no capítulo a seguir saiba tudo que você vai ler na primeira obra literária de Minaçu, homologada pela CBL e que entrará para o acervo da Biblioteca Nacional.


O projeto traz uma retrospectiva dos 50 anos de Minaçu, com os principais acontecimentos daquele ano; os fatos que marcaram a vida da população, reunindo acontecimentos políticos, econômicos, sociais, culturais, esportivos e históricos que ganharam repercussão e ajudaram a construir a história política e social do município.

Cada período terá numa linha de fatos, e ilustrações exclusivas, aquele momento, fotografias históricas, retratos de personalidades, monumentos, obras públicas, empresas, símbolos e acontecimentos que representam visualmente cada momento da trajetória da cidade.

O objetivo é transformar a leitura em uma experiência dinâmica, permitindo que o leitor percorra cinco décadas da história de Minaçu de maneira cronológica e visual. Podendo retornar a periodos anteriores para entender desdobramentos de anos depois.

Alinha do tempo da obra apresenta a história de Minaçu em diferentes fases com vários simbolismos , a exemplo da carreta Caterpillar, ligados à infraestrutura e à mineração de amianto, ela percorre todos anos até para em 2017 em frente a estátua do STF, momento em aquela corte proibiu a produção, uso e transporte da fibra no Brasil. Entre outras curiosidades ilustrativas, a ideia é que crianças, por exemplo, possam se sentir atraídas pela história e pela formação de ícones da história, que ela pode acompanhar por meio de desenhos e gravuras.
Edições especiais também contarão história dos nossos artistas Daniel e Samuel.

Os episódios que marcaram época

Outro destaque do livro é um vasto acervo de artigos e histórias, retratados em contos, com documentos oficiais e entrevistas etnográficas.

Os bastidores da tensa chegada de FHC – “Havia alguma coisa errada com o rei”. Texto detalha os bastidores da tensa chegada de FHC a Minaçu. Serviço de segurança e inteligência da Presidencia da Republica, momilzou policiais e a presença do Exército. Episódio com fotos inéditas.

1979: A morte do vice – Uma história que o tempo apagou. A história real do vice-prefeito de Minaçu, Aureliano Motta, morto a tiros, durante a Festa de Aniversário da cidade, em meio a uma multidão. Livro entrevista pioneiros e traz depoimento inédito da viúva de Aureliano, que revelou detalhes: “Não foi bem assim”. 

O dia que a capa da Folha pediu desculpas a Minaçu – Erramos. Dizia o texto central da Folha apos repercutir uma noticia totalmente controversa sobre a conduta de um movimento de luta em Minaçu

Resistência: A luta de Dita – Ao longo de 40 anos, a luta de Dita tem sido uma só: devolver ao povo que representa, se não uma reparação histórica, ao menos o mínimo de dignidade. Ao falar do abandono da empresa que expulsou famílias de São Felix desabafou; “Eu pedi tanto para tirar o cemitério de lá. Mas como acredita?. Se eles não conseguiram tiram nem os vivos”.

A linha do tempo da obra apresenta a história de Minaçu em diferentes fases com vários simbolismos , a exemplo da carreta Caterpillar, ligados à infraestrutura e à mineração de amianto, ela percorre todos anos até para em 2017 em frente a estátua do STF, momento em aquela corte proibiu a produção, uso e transporte da fibra noo Brasil. Entre outras curiosidades ilustrativas, a ideia é que crianças, por exemplo, possam se sentir atraídas pela história e pela formação de ícones da história, que ela pode acompanhar por meio de desenhos e gravuras.

O auge da boate Castelinho, as matinês das dezesseis. E uma faixa Bônus: Uma viagem à Zus Cataprus –Texto resgata os tempos mais agitados de Minaçu, da boate Castelinho ao Mistura Fina, das matinês das 16 horas às noites inesquecíveis do Clube da Vila e da Zus Cataprus. Uma viagem pela memória de uma geração. 

Titanic: uma espera de 60 dias e o naufrágio das locadoras – Artigo revisita o auge das locadoras de vídeo em Minaçu, quando filas se formavam para alugar grandes lançamentos — como Titanic, que chegou a ter espera de 60 dias. A chegada do DVD, que prometia modernidade, acabou marcando o fim de uma era: o naufrágio foi das próprias locadoras e das fitas VHS. 

Os tempos aureos do voos da Sete –Minaçu, sim, havia voos domesticos. Caros! Mas haviam! que se destacava por pousar em várias cidades menores começava em Goiânia (GO) e terminava em Belém (PA), mas pousava em Brasília (DF), Minaçu (GO), Gurupi (TO), Palmas (TO), Araguaína (TO) e Marabá (PA) antes de alcançar o seu destino final no litoral paraense. Porque acabou? A sete faliu? Especial para o livro impresso, por conter imagens em vídeo.]

O apagão que calou Zezé – A música de abertura era “Como um Anjo” e o show de Zezé Di Camargo & Luciano, então no auge da carreira, acaba de começar. Do nada, um apagão deixou toda aquela multidão no escuro.Zezé entrar pelas coxias e  ao retornar ao palco, justificaria: “A energia de vocês não suportou a nossa estrutura”. Foi estopim para gerar uma onda incontrolável de vaias, que embora durou minutos, foi o suficiente para Zezé absorver uma ira de uma vida inteira.

Minaçu ecoou 1,5 mil vezes em Brasília – Desde 1976, o município foi tema de mais de 980 discursos na Câmara e 570 no Senado. Descubra quem foi o primeiro parlamentar a defender Minaçu e quais durante essas cinco décadas se manifestaram contra os interesses da cidade.Qual o parlametar que mais citou a cidade nas tribunas dos plenários, de tapete verde, e azul.

A saga de Thomé – Texto revela a saga de uma investigação. Quem foi Joaquim Thomé de Almeida. Um pioneiro de Minaçu? o pai de um prefeito de Uruaçu, de um influente deputado? A cada nova descoberta, o conto revela como um nome conhecido por gerações de estudantes escondia uma história nunca contada. Livro entrevista netos, e traz vasta documentação com a ajuda fundamental da Secretaria de Estado da Educação.

Está no ar na onda do rádio – Série mostra a história da comunicação em Minaçu. A década de noventa que fez o rádio brilhar. A chegada das rádios piratas. Numa conversa com locutores da 105 e da Clube às lembranças nostálgicas de um tempo em que o rádio era a parte de tudo. De quebra: Você vai poder ouvir as músicas mais tocadas das décadas de 1990 e 2000. Só a apontar a câmera do celular para a matéria.

A história da igreja evangélica de Minaçu – Antes mesmo da emancipação política da cidade e da consolidação da atividade mineradora, missionários da Igreja Assembleia de Deus já desenvolviam ações de evangelização na região. Os primeiros trabalhos tiveram início em 1959, quando o povoado ainda dava seus primeiros passos, tornando a Assembleia de Deus a primeira denominação evangélica organizada a se estabelecer em Minaçu.

Pesquisa reuniu mais de 7 mil documentos históricos e institucionais

A construção da obra Minaçu 50 Anos envolveu uma das mais amplas pesquisas documentais já realizadas sobre a história do município. Ao longo de mais de um ano de trabalho, foram catalogados e analisados mais de 7 mil documentos provenientes de acervos acadêmicos, científicos, jornalísticos, administrativos, legislativos e judiciais.

O levantamento reuniu informações de instituições como a Biblioteca Nacional, Presidência da República, Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), Ministério Público de Goiás (MPGO), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), além de universidades, centros de pesquisa e acervos jornalísticos.

Entre os materiais pesquisados estão teses, dissertações, artigos científicos, decisões judiciais, decretos, portarias, relatórios técnicos, registros minerários, documentos fundiários, indicadores socioeconômicos, arquivos históricos e milhares de publicações jornalísticas relacionadas ao município e à região Norte de Goiás.

O acervo contempla registros produzidos entre 1976 e 2026 e inclui, entre outros levantamentos, 238 trabalhos acadêmicos, 336 registros do Ministério Público de Goiás, 218 decisões do Tribunal de Justiça de Goiás, 899 registros minerários da ANM e 2.786 reportagens publicadas em veículos de comunicação que acompanharam a trajetória política, econômica e social de Minaçu ao longo das últimas décadas.

Todo o conteúdo foi submetido a processo de cruzamento de informações e análise comparativa de fontes, buscando assegurar rigor histórico, documental e cronológico na reconstrução dos principais acontecimentos que marcaram os 50 anos de história do município.

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